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Do controle à responsabilidade
Uma das mudanças mais profundas em qualquer processo terapêutico acontece quando a pessoa deixa de se ver apenas como vítima das circunstâncias e começa a enxergar a própria participação nas histórias que vive. Isso não significa negar abusos, injustiças ou dores reais, mas reconhecer que, a partir de um ponto, continuar preso à mesma narrativa impede qualquer movimento de libertação.
Molina Eduardo
23 de dez. de 20252 min de leitura
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